Cuidar de um cavalo de equoterapia é uma atividade que requer grande responsabilidade. O cavalo deve ser manejado e exercitado de maneira correta , objetivando sempre um melhor desempenho terapeutico . Uma boa solução para o animal é passar parte do dia ao ar livre, em que se mantém em prática mesmo que não seja incitado a fazer exercício e outra parte do dia no estábulo; assim, o cavalo torna-se mais fácil de montar do que se estivesse todo o dia trancado . Deixar o cavalo sempre ao ar livre ou sempre no estábulo são outras opções. No primeiro caso é necessário ter uma pastagem abundante, uma fonte de água fresca e abrigo contra o mau tempo do inverno e os insetos no verão; nestas condições deve ser dado ao cavalo um complemento alimentar pois apenas a pastagem não é suficiente para manter o cavalo em forma. No caso do cavalo estar estabulado é preciso evitar o tédio visto que o cavalo não está no seu ambiente natural e é também essencial que o tratador entenda a psicologia do cavalo. A seguir abordaremos todas as praticas do manejo ideal , sendo regras gerais aplicáveis a qualquer centro de equoterapia .
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28 de setembro de 2009
O Manejo do Cavalo de Equoterapia
Cuidar de um cavalo de equoterapia é uma atividade que requer grande responsabilidade. O cavalo deve ser manejado e exercitado de maneira correta , objetivando sempre um melhor desempenho terapeutico . Uma boa solução para o animal é passar parte do dia ao ar livre, em que se mantém em prática mesmo que não seja incitado a fazer exercício e outra parte do dia no estábulo; assim, o cavalo torna-se mais fácil de montar do que se estivesse todo o dia trancado . Deixar o cavalo sempre ao ar livre ou sempre no estábulo são outras opções. No primeiro caso é necessário ter uma pastagem abundante, uma fonte de água fresca e abrigo contra o mau tempo do inverno e os insetos no verão; nestas condições deve ser dado ao cavalo um complemento alimentar pois apenas a pastagem não é suficiente para manter o cavalo em forma. No caso do cavalo estar estabulado é preciso evitar o tédio visto que o cavalo não está no seu ambiente natural e é também essencial que o tratador entenda a psicologia do cavalo. A seguir abordaremos todas as praticas do manejo ideal , sendo regras gerais aplicáveis a qualquer centro de equoterapia .27 de setembro de 2009
As Marcas de Identificação
As marcas são particularidades independentes das pelagens (dos pêlos), mas tão visíveis que se sobrepõem a certos sinais gerais ou mesmo especiais, a ponto de impressionar imediatamente a vista do observador, razão pela qual são enquadradas no capítulo de pelagem como elementos de identificação , para uma boa resenha do animal. As marcas são naturais ou congênitas, isto é, que nascem com ela, e artificiais ou adquiridas, isto é, que surgem depois do nascimento.
1) Marcas Naturais ou Congênitas
Golpe de lança: depressão muscular, subcutânea, sem sinal de cicatriz, muito parecida com o golpe de uma lança, encontrada nos músculos da tábua do pescoço, braços, coxas, nádegas, etc.
Embandeirada: cauda levantada, pode apresentar-se voltada para a direita ou esquerda (cavalo de raça árabe).
Cabana: orelhas caídas.
2) Marcas Adquiridas ou Artificiais
Embandeirada: cauda levantada, pode apresentar-se voltada para a direita ou esquerda (cavalo de raça árabe).
Cabana: orelhas caídas.
2) Marcas Adquiridas ou Artificiais
Cicatrizes acidentais ou operatórias, marcas a fogo (ferro quente) e marcas químicas (para identificar o proprietário) : quase sempre sobre estas cicatrizes nascem pêlos brancos nos animais cuja pelagem é escura, e pêlos escuros, nos animais, cuja pelagem é clara.
Troncho ou mocho : quando as orelhas são cortadas na base, comidas enroladas ou deformadamente tortas.
Embandeirado artificialmente : rabo levantado e voltado para a direita ou esquerda através de uma intervenção cirúrgica, denominada "niquitagem", feita com o objetivo de imprimir mais elegância no animal ou por fraude, quando se quer dar a característica inata do árabe puro em cavalos mestiços ou comuns.
Pitoco ou suro : rabo cortado, sendo a designação de suro mais empregado para aves.
3) Sinais e Particularidades Especiais
Os sinais brancos encontrado na face, focinho e pernas são meios de identificação e vêm registrados na documentação exigida pelas entidades responsáveis. Além desses sinais, marcas no próprio corpo do animal ou manchas brancas podem ocorrer na parte inferior do ventre e nos flancos.
Troncho ou mocho : quando as orelhas são cortadas na base, comidas enroladas ou deformadamente tortas.
Embandeirado artificialmente : rabo levantado e voltado para a direita ou esquerda através de uma intervenção cirúrgica, denominada "niquitagem", feita com o objetivo de imprimir mais elegância no animal ou por fraude, quando se quer dar a característica inata do árabe puro em cavalos mestiços ou comuns.
Pitoco ou suro : rabo cortado, sendo a designação de suro mais empregado para aves.
3) Sinais e Particularidades Especiais
Os sinais brancos encontrado na face, focinho e pernas são meios de identificação e vêm registrados na documentação exigida pelas entidades responsáveis. Além desses sinais, marcas no próprio corpo do animal ou manchas brancas podem ocorrer na parte inferior do ventre e nos flancos.
3.1) Na Cabeça
Celhado : quando pêlos brancos aparecem nas sobrancelhas.
Vestígio de estrela : quando aparecem pêlos brancos esparsos na fronte.
Estrelinha : quando há uma pequena pinta branca na fronte.
Estrela ou flor : formada por uma mancha branca na fronte, podendo ter várias formas: em coração, em losango, em meia lua, em U. Pode ser "escorrida".
Luzeiro : formado por uma malha na fronte, podendo ser também "escorrido".
Filete : determinado por um estreito fio de pêlos brancos que escorre pela fronte ou chanfro.
Cordão : determinado por uma fina mancha branca (mais largo que o filete), que se estende da fronte ao chanfro, e até as narinas às vezes, podendo ser interrompido ou desviado.
Frente aberta : quando o cordão se alarga tomando todas a frente da cabeça e indo até a região das narinas.
Façalvo : determinada por malha branca sobre as faces laterais da cabeça ou somente sobre um dos lados (esquerdo ou direito).
Beta : pinta branca que corre entre as narinas.
Bebe em branco : quando um dos lábios ou ambos são brancos, devendo isto ser esclarecido na resenha.
Cabeça de mouro : se uma mancha escura (pêlos mais escuros ou pretos) toma toda a cabeça.
Com embornal : se a mancha abrange apenas a parte inferior da cabeça.
Celhado : quando pêlos brancos aparecem nas sobrancelhas.
Vestígio de estrela : quando aparecem pêlos brancos esparsos na fronte.
Estrelinha : quando há uma pequena pinta branca na fronte.
Estrela ou flor : formada por uma mancha branca na fronte, podendo ter várias formas: em coração, em losango, em meia lua, em U. Pode ser "escorrida".
Luzeiro : formado por uma malha na fronte, podendo ser também "escorrido".
Filete : determinado por um estreito fio de pêlos brancos que escorre pela fronte ou chanfro.
Cordão : determinado por uma fina mancha branca (mais largo que o filete), que se estende da fronte ao chanfro, e até as narinas às vezes, podendo ser interrompido ou desviado.
Frente aberta : quando o cordão se alarga tomando todas a frente da cabeça e indo até a região das narinas.
Façalvo : determinada por malha branca sobre as faces laterais da cabeça ou somente sobre um dos lados (esquerdo ou direito).
Beta : pinta branca que corre entre as narinas.
Bebe em branco : quando um dos lábios ou ambos são brancos, devendo isto ser esclarecido na resenha.
Cabeça de mouro : se uma mancha escura (pêlos mais escuros ou pretos) toma toda a cabeça.
Com embornal : se a mancha abrange apenas a parte inferior da cabeça.
As particularidades acima citadas devem ser descritas na resenha, se possível com um esboço dos contornos e desvios.
3.2) No Pescoço:
Crinado : quando o animal apresenta a crina branca ou desbotada. Esta particularidade é comumente encontrada na pelagem Alazão, variedade amarilho. Deve ser mencionada na resenha somente quando aparecer nas pelagens mais escuras. Neste caso a cauda poderá ou não acompanhar a cor da crineira.
3.3) No Tronco:
Listra de burro: listra estreita, mais escura que a pelagem, que se estende ao longo da linha dorsal, indo da cernelha à base da cauda.
Faixa crucial: faixa escura que corta transversalmente a cernelha, geralmente de pelagem vermelha, alcançando as espáduas.
Rabicão: animal que apresenta fios brancos na cauda interpolados com outros mais escuros.
3.4) Nos Membros:
3.3) No Tronco:
Listra de burro: listra estreita, mais escura que a pelagem, que se estende ao longo da linha dorsal, indo da cernelha à base da cauda.
Faixa crucial: faixa escura que corta transversalmente a cernelha, geralmente de pelagem vermelha, alcançando as espáduas.
Rabicão: animal que apresenta fios brancos na cauda interpolados com outros mais escuros.
3.4) Nos Membros:
Zebruras : estrias que cortam transversalmente os joelhos e jarretes.
Bragado : quando o animal apresenta malhas brancas no terço posterior do ventre e nas partes internas das coxas.
Cana-preta : se o animal apresenta canelas pretras nas pelagens que não as incluem.
Calçado : quando a cor branco aparece nos membros, bem delimitada, nas pelagens que não incluem o branco nestas partes. Conforme a extensão do branco o calçamento recebe as seguintes denominações:
Cascalvo : quando somente os cascos são brancos
Calçado sobre coroa : quando o branco está situado apenas na circunferência da coroa do casco.
Baixo calçado : quando o branco vai até o boleto.
Médio Calçado : quando o branco abrange a qualquer parte da canela.
Alto Calçado : quando o branco alcança os joelhos e jarretes
Arregaçado : quando o branco ultrapassa estas articulações (joelhos e jarretes), alcançando os antebraços e pernas.
Argel : quando um só membro é calçado.
Manalvo : somente os anteriores são calçados.
Pedalvo : somente os posteriores são calçados.
Calçado em diagonal : quando o calçamento é no bípede em diagonal, devendo ser esclarecido apenas qual o anterior que forma a diagonal.
Trialvo : quando três membros são calçados (baixo, médios ou altos); devendo ser citado na resenha da seguinte forma: "trialvo anterior esquerdo" - estando nisto explícito que o único membro não calçado é o anterior direito.
Quatralvo : quando todos os membros são calçados.
(Equitação Especial)
11 de setembro de 2009
O Cavalo de Equoterapia : A Importância do Conhecimento Morfologico
Como já se sabe , o cavalo de equoterapia é o agente cinesioterapêutico e dele depende toda a execução do Método . Portanto , exige cuidados especiais desde seu manejo até seu treinamento , ambos específicos para a finalidade exigida . Para o conhecimento correto das técnicas de manejo e de treinamento , é necessário o conhecimento da morfologia equina . O estudo morfológico nos permite conhecer detalhadamente o cavalo e entender todo o seu fuincionamento, possibilitando assim um trabalho técnico de desenvolvimento e trato do cavalo de Equoterapia .Morfologia do Cavalo
O cavalo é um animal onde se conjugam a estrutura e a função. O seu corpo é adaptado para a velocidade e para a grande dimensão, e é esta combinação que nos ajuda a compreender a sua estrutura. Os seus membros são especializados, têm um número de dedos muito reduzido, e são acompanhados pela perda dos músculos - os que permitem a outros animais agarrar objetos. O cavalo apenas move os membros para frente e para trás o que lhe dá excelentes meios de propulsão. A força de que necessita é dada por músculos muito desenvolvidos que estão ligados aos ossos das coxas, tronco e antebraços.
O esqueleto do cavalo é constituído por cerca de 210 ossos (não tendo em conta os da cauda).
O esqueleto do cavalo é constituído por cerca de 210 ossos (não tendo em conta os da cauda).
O esqueleto tem como função suportar os músculos e os órgãos internos mas dá também mobilidade suficiente, devido às articulações, para que o animal se deite, paste e se desloque a diversas velocidades. As articulações são formadas por ossos, que são cobertos por cartilagem e são ainda constituídas por uma cápsula que produz um lubrificante sinovial e por ligamentos que seguram os ossos.
No cavalo o esqueleto adapta a sua estrutura aos seus requisitos por exemplo: crânio alongado dá espaço para os dentes enquanto que as órbitas estão posicionadas de maneira a que o ângulo de visão do cavalo seja amplo, podendo este animal aperceber-se dos perigos durante a pastagem.
Os músculos do cavalo consistem em massas musculares ligadas aos ossos por um lado e aos tendões por outro. Os tendões são protegidos por bainhas sinoviais que são constituídas por películas finas e fibrosas e que protegem os tendões do risco de fricção com o osso.
Os ligamentos, assim como os tendões, são relativamente curtos, tal como os reforçadores de articulações. No entanto há ligamentos especiais: o restritor, que se liga ao ligamento por detrás da articulação do joelho e junta-se ao tendão flexor digital profundo na sua parte mais baixa atrás do osso da canela; e o suspensor, que tem a extremidade superior ligada à parte superior traseira da canela e na fila inferior dos ossos do joelho, a extremidade inferior ligada aos sesamóides, por baixo do boleto. Este sistema é semelhante nos membros anteriores e posteriores.
No cavalo o esqueleto adapta a sua estrutura aos seus requisitos por exemplo: crânio alongado dá espaço para os dentes enquanto que as órbitas estão posicionadas de maneira a que o ângulo de visão do cavalo seja amplo, podendo este animal aperceber-se dos perigos durante a pastagem.
Os músculos do cavalo consistem em massas musculares ligadas aos ossos por um lado e aos tendões por outro. Os tendões são protegidos por bainhas sinoviais que são constituídas por películas finas e fibrosas e que protegem os tendões do risco de fricção com o osso.
Os ligamentos, assim como os tendões, são relativamente curtos, tal como os reforçadores de articulações. No entanto há ligamentos especiais: o restritor, que se liga ao ligamento por detrás da articulação do joelho e junta-se ao tendão flexor digital profundo na sua parte mais baixa atrás do osso da canela; e o suspensor, que tem a extremidade superior ligada à parte superior traseira da canela e na fila inferior dos ossos do joelho, a extremidade inferior ligada aos sesamóides, por baixo do boleto. Este sistema é semelhante nos membros anteriores e posteriores.
A pele do cavalo possui três camadas: celular , sub-epitelial e sub - dérmica .
Camada celular; que têm a capacidade de, à medida que a sua superfície se desgasta, se auto-reparar; Camada sub-epitelial ; em que se encontram os sensores da dor e outras estruturas sensitivas e que alimenta a camada superficial; Camada sub-dérmica: que tem como função isolar a pele do osso ou do músculo que fica por baixo dela e onde se situam os folículos capilares.
O sebo, substância gordurosa, é segregado por glândulas sudoríparas que se encontra na pele e permite a formação de uma camada impermeável que protege o cavalo da umidade e do frio.
Camada celular; que têm a capacidade de, à medida que a sua superfície se desgasta, se auto-reparar; Camada sub-epitelial ; em que se encontram os sensores da dor e outras estruturas sensitivas e que alimenta a camada superficial; Camada sub-dérmica: que tem como função isolar a pele do osso ou do músculo que fica por baixo dela e onde se situam os folículos capilares.
O sebo, substância gordurosa, é segregado por glândulas sudoríparas que se encontra na pele e permite a formação de uma camada impermeável que protege o cavalo da umidade e do frio.
As Regiões do Corpo
1) Cabeça
Extremidade Superior : Nuca, Garganta e Parótida
Face Posterior : Fauce,Ganacha e Barba
Face Anterior : Fonte,Chanfro e Focinho
Face Posterior : Fauce,Ganacha e Barba
Face Anterior : Fonte,Chanfro e Focinho
Faces Laterais :Orelha ,Fonte,Olhal, Olho, Bochecha e Narina
Extremidade Inferior : Boca
Extremidade Inferior : Boca

2) Pescoço


3) Tronco
Extremidade Superior : Cernelha,Dorso ,Lombo ,Anca e Garupa
Extremidade Anterior : Peito ,Inter-axila e AxilaFaces Laterais : Costado e Flanco
Face Inferior : Cilhadouro ,Ventre e Virilha
Extremidade Posterior : Cauda,Ânus,Períneo e Orgãos genitais
4) Membros
Regiões próprias dos anteriores : Espádua , Braço , Codilho e Antebraço
Regiões próprias dos posteriores : Coxa , Nádega , Soldra e Perna

(Equitação Especial)

(Equitação Especial) 2 de setembro de 2009
A Seleção do Cavalo de Equoterapia
A escolha correta do cavalo de Equoterapia é fator determinante para o sucesso do Método e bom desenvolvimento das atividades terapêuticas, tendo em vista a relevância do seu papel na Equoterapia.
O plantel de um centro de Equoterapia deve ser diversificado, sendo que os animais devem apresentar um índice torácico variado além de diferentes angulações de quartela, altura e pelagem diversa. A questão fundamental refere-se ao fato de não haver uma raça ideal para a realização da Equoterapia.
A ANDE-BRASIL descreve o cavalo ideal para as atividades equoterápicas sendo como aquele de movimento rítmico, preciso e tridimensional, permitindo a todo instante entradas sensoriais em forma de propriocepção profunda, estimulações vestibular, olfativa, visual e auditiva .
No entanto, para o desenvolvimento harmônico dos movimentos e perfeita interação com o praticante, existem outras características pertinentes a serem observadas, sendo estas os aspectos morfológicos, o andamento, o temperamento e o treinamento (MATT). A análise do MATT deve seguir critérios técnicos que objetivam a qualidade do movimento e da índole.
Quanto à morfologia, o cavalo deverá ser analisado pelos aprumos, tamanho do dorso, perímetro torácico, garupa e garrote.
Entende-se por aprumos a exata direção que têm os membros, com relação ao solo, de modo que o peso corporal do cavalo seja regularmente distribuído sobre cada um daqueles membros, como posição das patas e o arqueamento dos joelhos.Os aprumos regulares permitem o correto desenvolvimento locomotor e o equilíbrio perfeito.
As características dos aprumos anteriores regulares são:
Visto de perfil; deverá partir da articulação escápulo-umeral, na sua porção mais anterior e descer paralelamente ao membro, tocando o solo a cerca de 10 cm à frente da pinça do casco(d-b). Tirada do centro de sustentação da espádua sobre os membros anteriores, passar pelo meio do braço e tocar o solo pelo meio do casco como se o dividisse lateralmente em dois(c-d).
Visto de frente; uma vertical baixada da ponta da espádua ao solo deve dividir teoricamente o joelho, a canela, a quartela e o casco em partes iguais (h)
Visto de frente; uma vertical baixada da ponta da espádua ao solo deve dividir teoricamente o joelho, a canela, a quartela e o casco em partes iguais (h)
Os aprumos posteriores devem possuir as seguintes características:


Visto de perfil; baixada da ponta da nádega, tangenciando o jarrete, tocar o solo atrás dos talões (i-j). Baixada da soldra, toca o solo a cerca de 10 cm adiante do casco (m-o). A linha baixada da articulação coxo-femural deve passar pelo centro da perna e toca o solo, dividindo o casco pelo meio(k-l).
Visto de trás; baixada da ponta da nádega ao solo e dividir, a partir do jarrete, as regiões ao meio, ficando entre os cascos uma distância igual à largura destes (p).
Quando os membros são irregularmente aprumados, os pés sofrem ruína prematura e, prejudicam os andamentos e diminuem a resistência do animal.
O equilíbrio do cavalo é verificado sempre que uma vertical baixada de seu centro de gravidade cai dentro da base de sustentação, espaço este limitado pelas linhas que ligam as extremidades inferiores dos membros.
O cavalo deve possuir um dorso mediano, de aproximadamente 1,55m de altura, facilitando assim o acesso do terapeuta e transmitem maior segurança aos pacientes quando estes são mantidos à mesma altura dos profissionais que os acompanham.
O perímetro torácico deve contribuir para o posicionamento correto do praticante e não tornar-se impeditivo aos que possuem abdução de pernas prejudicada.
A garupa deve ser de proporção intermediária: não muito horizontal nem muito vertical, situada no mínimo na linha do garrote ou preferencialmente abaixo desta, a fim de proporcionar o engajamento ideal dos posteriores e o transpistar ao passo.
O garrote deve ser saliente (sem excesso), espesso, longo (até meio do dorso) , favorecendo o movimento da coluna, e oferecendo maior segurança ao praticante quando houver desequilíbrio para frente.
O cavalo de Equoterapia deve ainda apresentar as três formas de locomoção naturais do cavalo, ou seja, um passo que deve ser diagonal, a quatro tempos, mantendo um equilíbrio bastante estável para o paciente; o trote saltado, diagonal, a dois tempos e simétrico; o galope saltado, assimétrico, diagonal, a três tempos, ambos amplos e bem diferenciados
O ideal é que o animal consiga movimentar-se de forma harmônica e eficiente, podendo distribuir o fluxo de energia (peso) de sua carga (praticante), de maneira equilibrada de forma que possa manter a vibração da energia do corpo sem oscilações ou desvios.
A personalidade do cavalo é resultante da hereditariedade, da idade, do manejo, do equilíbrio genital e endócrino de vários outros fatores inerentes a sua fisiologia
Assim é importante a identificação das reações psíquicas do cavalo frente aos estímulos do ambiente que o cerca, traduzindo sua sensibilidade e excitabilidade.
O cavalo deve aceitar a utilização de materiais pedagógicos e brinquedos de modo que não se assuste com a utilização dos mesmos e nem com gritos e reações inesperadas dos praticantes e ser tolerante quanto a rampas, cadeira de rodas, muletas e outros equipamentos utilizados por pessoas portadoras de limitações físicas. Neste sentido devem-se descartar os animais com menos de seis anos de idade, os machos não castrados e as fêmeas com cria ao pé devido à ansiedade e desconcentração freqüentemente observadas em suas atitudes.
Quanto ao treinamento, estes devem estar aptos a condução do solo aceitando o terapeuta e os auxiliares laterais, aos exercícios de volteio e flexionamentos, ao comando de voz no trabalho de guia e ainda aceitar as ajudas básicas do adestramento clássico.
Para uma análise completa , formulamos o quadro-guia abaixo contento as características gerais necessárias ao cavalo ideal para a prática da Equoterapia ;
Para uma análise completa , formulamos o quadro-guia abaixo contento as características gerais necessárias ao cavalo ideal para a prática da Equoterapia ;


Para dowload das tabelas solicite o link por email : equitacaoespecial@gmail.com
por Eduardo Colamarino
(Equitação Especial)
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