28 de maio de 2010
Aperfeiçoando o Galope
Das andaduras do cavalo, a que mais sofre na sua forma no início do treinamento é o galope. O desequilíbrio causado pelo peso do cavaleiro, potencializado pelo fato do galope ser uma andadura assimétrica, faz com que se acentuem as diferenças entre os lados do cavalo. O galope é, então, a andadura onde é mais difícil de obter o endireitamento. Leia em "Mais Informações" ...
24 de maio de 2010
O Uso Correto das Mãos
As mãos devem ser estáveis, tranquilas e sensíveis em todos os aspectos da equitação, as costas o assento e as pernas controlam os posteriores do cavalo e as mãos controlam os anteriores, tudo isto sincronizado controla toda a energia e movimentos do cavalo. Ter umas boas mãos depende profundamente de ter um bom assento, brando e fundo, como o movimento não é totalmente absorvido pelas articulações das ancas, joelhos e tornozelos os ombros vão por isso saltar e a cabeça dar sacudidelas, quanto mais desigual for o movimento mais vão saltar as mãos e como consequência vamos dar sacudidelas na boca do cavalo, o que vai causar um mau estar no cavalo e nos seus movimentos. Para as mãos estarem o mais imóvel possível temos de abrir e fechar a articulação do cotovelo conforme a subida e descida da cabeça do cavalo.Leia em "Mais Informações"...
O Trote Levantado
Antes de começarmos a trotar devemos ter consciência que os estribos só servem para suportar o peso das pernas e não do corpo todo, o trote levantado deve ser sem precipitação, comodo, e agradável, devemos deixar que os ombros se equilibrem sobre a pélvis e estribos, deixando cair o peso suavemente através dos estribos, sem bloquear o peso nas ancas nos joelhos ou nos tornozelos. Leia em "Mais Informações"...
O Passo e o Assento
O passo é um andamento a quatro tempos e cada pé toca no solo separadamente, tendo o cavalo em todos os momentos três pés no solo, nunca estando o corpo do cavalo em suspensão.Para seguirmos o dorso do cavalo no passo devemos ter um assento receptor móbil e profundo, podendo o equilíbrio do cavaleiro afetar diretamente o passo do cavalo. Podemos imaginar andando a passo que somos uma árvore em que o tronco começa no assento subindo pelo corpo em direcção à cabeça sendo os ramos todos as partes salientes do tronco, como sejam os braços as orelhas o nariz, sendo esse tronco flexível com os ventos, estando a pélvis no nível da terra do tronco, as pernas serão as raízes da árvore. Com o corpo e as ancas livremente equilibradas será fácil seguir o movimento do cavalo, para permanecer estável em cima do cavalo temos de estar com o máximo contacto possível em cima do cavalo, sendo esse contacto fluído, caso contrário podemos ser despejados para fora do cavalo, a pélvis deve mover-se em contacto completo e relaxado com o dorso do cavalo, depois devemos aprender a escutar o cavalo com o nosso corpo, pois assim vamos ter consciência onde se encontram os membros do cavalo, mais propriamente do avanço dos posteriores.Leia em "Mais Informações".
22 de maio de 2010
19 de maio de 2010
Tosando o Cavalo para o Inverno
Conforme os dias vão encurtando, a redução do período luminoso desencadeia o processo de crescimento da pelagem de inverno nos cavalos. Esse mecanismo ocorre mesmo que as temperaturas não baixem muito, como é o caso de alguns lugares do Brasil porque é relacionado mais com a luminosidade do que com a temperatura. É uma excelente proteção natural para seu animal, mas para você que pretende continuar trabalhando esse cavalo durante o inverno, um cavalo transformado em um "urso" demanda muito mais cuidados. Leia em Mais Informações ...
Cavalo, Psicologia e Equoterapia
" II- O Psicólogo trabalhará visando promover o bem-estar do indivíduo e da comunidade, bem como a descoberta de métodos e práticas que possibilitem a consecução desse objetivo ( Princípios Fundamentais do Código de Ética do Psicólogo, 1987)".
É com base nesse e muitos outros princípios da sua ética profissional, que a Psicologia dispõe todo o seu arcabouço teórico e prático a serviço da Equoterapia. Um método não convencional, porém, não menos eficaz que outros, que promove a reabilitação de potencialidades das pessoas portadoras de necessidades especiais. Entre as contribuições teóricas e práticas estão as Teorias de Personalidade, a Psicopatologia, Teorias do Desenvolvimento, Técnicas de Avaliação Psicológica, Atendimento Psicológico. Leia em Mais Informações ...
Conexionismo e Equoterapia: relacionando-se com o mundo
Como as pessoas se relacionam com o mundo, como aprendem e como conseguem resolver problemas, ainda é uma incógnita para muitos estudiosos.
O porquê da Equoterapia apresentar tão bons resultados também é, para muitos, algo que não se explica facilmente. O objetivo deste artigo, é exatamente, tentar esclarecer algumas dessas questões, utilizando a relação que acredito existir entre o Conexionismo, que procura explicar como as informações são processadas no cérebro, e a atividade equoterápica, que utiliza o cavalo com fins terapêuticos.
11 de maio de 2010
A Zooterapia
Era o fim dos anos 50, em Nova York. Havia um mês o psicólogo infantil americano Boris Levinson tentava estabelecer contato com o seu mais novo paciente, um menino de quase 10 anos com sérios problemas de socialização. Certo dia, o pequeno paciente chegou antes da hora marcada para a consulta e, na sala de espera, encontrou "Jingles", o cão labrador do doutor Levinson. Ao abrir a porta de seu consultório, qual não foi a surpresa do psicólogo: abraçado ao cachorro, o menino discorria sobre suas angústias e aflições.
10 de maio de 2010
Centered Riding : A Equitação Centrada
Sally Swift, fundadora da equitação centrada, (1913-2009) cresceu em Hingham, Massachusetts, sul de Bóston. Com oito anos de idade uma escoliose (desvio ou deformação natural da espinha dorsal) apareceu-lhe e desde então fez parte da sua vida. Trabalhou com Mabel Elsworth Todd, autor de " The Thinking Body " a sua consciência e a procura de um corpo centrado foi desde logo o seu objetivo, começando muito cedo a tentar encontrar e a desenvolver essa atitude.
O Autista na Equoterapia
A utilização do cavalo no tratamento equoterápico, além da função cinesioterápica, produz importante participação no aspecto psíquico, uma vez que o indivíduo usa o animal para desenvolver e modificar atitudes e comportamentos Este recurso terapêutico pode melhorar as relações sociais de crianças Autistas favorecendo uma melhor percepção do mundo externo e ajuste tônico-postural adequado .A interação com o cavalo, desde o primeiro contato e cuidados preliminares até a montaria, também desenvolve novas formas de comunicação, socialização, autoconfiança e auto estima.
Atendimento Equoterápico pelo SUS

A relatora da matéria, deputada Maninha (Psol-DF), argumentou que, desde 1997, a equoterapia é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina. "É evidente, portanto, que o método possui base científica e torná-lo disponível como instrumento terapêutico pelo SUS é um importante avanço na busca da reabilitação e da integração da pessoa portadora de deficiência", disse a deputada. O PL 5499 modifica a Lei 7853/89, que assegura direitos às pessoas portadoras de deficiência. O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
4 de maio de 2010
Rédeas : introdução a modalidade
Desempenhar a função de rédeas em um cavalo não siginifica apenas guiá-lo, mas também dominar todos os seus movimentos. Em rédeas, é pedido ao cavaleiro para desempenhar um dos 13 percursos existentes pré-estabelecidos, os quais incluem: manobras prescritas de esbarros, spins (giros de 360 graus), rollbacks (esbarro com mudança de direção em 180 graus saindo ao galope), mudança de mão e círculos ao galope. O cavalo deve ser voluntariamente guiado com pouca ou nenhuma resistência. O cavalo é julgado nos seus movimentos, cumprimento do percurso e atitude. A nota é de 0 a 100, com média baseada em 70. Leia em " Mais Informações" .
3 de maio de 2010
Embarcando Cavalos
Em numerosas ocasiões surgem problemas com o embarque de cavalos, quer se trate de um animal que apresente uma desobediência ocasional ou quer estejamos diante de um “problemático crônico”. O cavalo que se recusa a embarcar não é apenas uma amolação, como também um risco à segurança, tanto a pessoas como a equipamentos. Muitas pessoas acabam recorrendo a medidas drásticas, incluindo o uso de tranqüilizantes ou até da força bruta. Leia em "Mais Informações"
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